Blog da disciplina "Educação, sociedade e tecnologia", do Programa de Pós-graduação em Educação da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, sob a responsabilidade do Prof. Dr. Simão Pedro P. Marinho.
30.10.10
Para saber mais sobre mapas conceituais
Uma visita ao site Mapas Conceituais na Educação, sob responsabilidade do pessoal do Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul a mim parece obrigatória para quem se interessa por esse assunto.
Redes sociais - mapas conceituais
Na última aula, quinta-feira, concluímos a discussão sobre as redes sociais virtuais e a escola e iniciamos uma tarefa on-line. Cada aluno e aluna deverá elaborar um mapa conceitual no qual fará a síntese do que foi debatido em aula.
O mapa conceitual deverá ser elaborado no MyWebspiration.
O mapa conceitual elaborado por Ramon Flauzino já está disponível, aguardando comentários.
O mapa conceitual deverá ser elaborado no MyWebspiration.
O mapa conceitual elaborado por Ramon Flauzino já está disponível, aguardando comentários.
Geração M2. Leitura recomendada.
Generation M2: Media in the Lives of 8- to 18-Year-Olds é o relatório da terceira de uma série de pesquisas em grande escala - levada a cabo pela Kaiser Family Foundation - sobre uso da mídia por crianças e jovens, de 8 a 18 anos, estadunidenses.
A geração M2 é a que segue a daqueles que nasceram e durante o nascimento e o crescimento da internet.
O relatório publicado em 2010 está baseado em survey conduzido entre Outubro de 2008 e Maio de 2009 junto a 2.002 estudantes do 3o. ao 12o. grau
Uma apresentação resumida dos achados da pesquisa está disponível on-line.
28.10.10
Complementando outros posts
Bom, um post para dialogar com outros posts, a conselho do prof. Simão, já que nao podemos editar o post dos colegas e os comentários às vezes não suficientes.
Começo pelo post logo abaixo: blogar para quê?
Como blogueira há 1 ano e meio e mais 150 posts publicados (e vários semi-escritos), acho que posso dar meu pitaco.
Meu blog: abordodomundo.wordpress.com (momento comercial, hehe) surgiu da necessidade de encontrar uma maneira prática de compartilhar com amigos as minhas aventuras pelo mundo. Muita gente queria saber de histórias, ver fotos. Eu enviava relatos por e-mail para algumas pessoas, mas não era prático. Fui quase obrigada a fazer um blog. O interessante é que se expandiu para muito mais além do que eu pensava: mesmo sem muito tempo para divulgar o blog, há uma média de 200 acessos diários, gente do mundo todo lê, recebo comentários, pedidos de dicas de gente que nunca conheci pessoalmente, meus posts são copiados em outros blogs, recebi convite para fazer uma série de reportagens para o canal Universia do Peru, para participar de site de viagens...
Tudo começou então como uma maneira de readaptar-me ao Brasil, de compartilhar histórias e experiências e até de fazer homenagem aos anjos que conheci no caminho. Hoje a coisa ficou "fora de controle": postar virou quase uma necessidade, é um prazer e sou cobrada se fico um tempo sem fazê-lo, por pessoas que nem sei quem são...
----------
Outro post mais abaixo fala do término de relacionamentos online (amores desconectados). Quero fazer um link com uma reportagem da revista Istoé, de 3 de setembro, sobre empresas que se especializam em apagar a reputaçao online difamada por um ex. Muita gente está usando o mundo virtual para vingar-se pelo fim de um relacionamento e espalhar boatos ou fotos comprometedoras...
Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/99506_FAXINA+VIRTUAL?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage
Começo pelo post logo abaixo: blogar para quê?
Como blogueira há 1 ano e meio e mais 150 posts publicados (e vários semi-escritos), acho que posso dar meu pitaco.
Meu blog: abordodomundo.wordpress.com (momento comercial, hehe) surgiu da necessidade de encontrar uma maneira prática de compartilhar com amigos as minhas aventuras pelo mundo. Muita gente queria saber de histórias, ver fotos. Eu enviava relatos por e-mail para algumas pessoas, mas não era prático. Fui quase obrigada a fazer um blog. O interessante é que se expandiu para muito mais além do que eu pensava: mesmo sem muito tempo para divulgar o blog, há uma média de 200 acessos diários, gente do mundo todo lê, recebo comentários, pedidos de dicas de gente que nunca conheci pessoalmente, meus posts são copiados em outros blogs, recebi convite para fazer uma série de reportagens para o canal Universia do Peru, para participar de site de viagens...
Tudo começou então como uma maneira de readaptar-me ao Brasil, de compartilhar histórias e experiências e até de fazer homenagem aos anjos que conheci no caminho. Hoje a coisa ficou "fora de controle": postar virou quase uma necessidade, é um prazer e sou cobrada se fico um tempo sem fazê-lo, por pessoas que nem sei quem são...
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Outro post mais abaixo fala do término de relacionamentos online (amores desconectados). Quero fazer um link com uma reportagem da revista Istoé, de 3 de setembro, sobre empresas que se especializam em apagar a reputaçao online difamada por um ex. Muita gente está usando o mundo virtual para vingar-se pelo fim de um relacionamento e espalhar boatos ou fotos comprometedoras...
Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/99506_FAXINA+VIRTUAL?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage
Blogar? Prá quê?
Blogar para aprender. Também para modelar a aprendizagem.
E ainda para compartilhar, desenvolver e articular visões. Para conectar-se e conversar. E para outras coisas mais.
É o que aponta Jonathan Martin em um post, Why I blog.
E ainda para compartilhar, desenvolver e articular visões. Para conectar-se e conversar. E para outras coisas mais.
É o que aponta Jonathan Martin em um post, Why I blog.
27.10.10
Mapa conceitual
Na aula de amanhã, 28/10, um mapa conceitual, gerado on-line, será o recurso utilizado pelos alunos e alunas para ecxpressarem os conceitos que apreenderam na abordagem do tema.
Um texto de Liane Tarouco, da UFRGS, sobre mapas conceituais será leitura prévia.
Um texto de Liane Tarouco, da UFRGS, sobre mapas conceituais será leitura prévia.
Por que professores e escolas não caem nas redes sociais?

Em entrevista à Revista Veja em 20/08/2010, Simão Marinho, da PUC-MG, fala sobre as dificuldades de integrar educação e sites:
Uma pesquisa realizada pelo Ibope revelou que 87% dos usuários de internet do país utilizam uma rede social - 83% deles usam esses serviços para finalidades pessoais. É legítimo supor que estudantes e professores também se relacionam por meio daqueles sites. Contudo, se as redes são hoje território da amizade, da diversão e da paquera, ainda é difícil pensar em usos pedagógicos para a ferramenta. Pelo menos é isso que conclui Simão Marinho, coordenador do programa de pós-graduação em educação da PUC-MG e assessor pedagógico do programa Um Computador por Aluno, do governo federal. “A escola é como uma cidade com muros que a limitam. Já o Facebook ou o Orkut são inverso disso – são praças públicas onde podemos encontrar todo o tipo de elemento”. E isso, segundo o especialista, assusta escolas e professores. Confirma a seguir os principais trechos da entrevista com Marinho, convidado a falar sobre o tema em um painel especial da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que se encerra neste domingo.
leia a reportagem em:
http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/por-que-professores-e-escolas-nao-caem-nas-redes-sociais
Como utilizar as redes sociais e as novas tecnologias na educação

As redes sociais da Internet estão cada vez mais presentes no dia-a-dia de alunos, professores e das pessoas em geral. No entanto, essas ferramentas ainda são muito pouco exploradas em sala de aula. Muitas vezes o acesso a esse tipo de recurso é vetado nas escolas, em função do “medo” de que o aluno se interesse por assuntos que não estejam diretamente ligados ao conteúdo pedagógico.
Para Vanessa Bohn, mestranda da Faculdade de Letras da UFMG e professora de inglês do Colégio Militar de Belo Horizonte, sobre o uso de recursos da web 2.0 nas aulas de língua inglesa, essa preocupação das escolas não procede. “Atualmente é quase impossível não associarmos tecnologia à Educação. Nossos filhos pertencem à geração Web ou WWW, já nasceram contextualizados com a Internet, download, celular, aparelhos de MP3, vídeo-games, entre outros recursos tecnológicos. Dessa forma fica mais fácil para os professores utilizarem essas novas tecnologias na Educação”.
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