3.10.14

A Monalisa e a WEB 1.0

Redes sociais e escola.Um debate

As redes sociais virtuais são espaços e momentos cotidianos na vida de muitas pessoas. Há alguns anos atrás, muitos de nós estávamos no Orkut, recém-encerrado depois de dez anos de vida. 

Hoje a explosão de usuários se dá no Facebook. Na rede de Mark Zuckerberg são tantos usuários que ela poderia ser um país, o "Facebuquistão".

Ao mesmo tempo em que alguns passam a integrar as redes sociais virtuais, outros as abandonam, ou simplesmente não mais buscam acesso a seus perfis nas redes. Essa é uma dinâmica natural das redes. esse ir e vir, ligar-se e desligar-se.

Para alguns estudiosos, para alguns meros palpiteiros, as redes sociais têm pouco ou nenhum sentido, porque não passam de espaço para o exercício do narcisismo, lugar onde impera uma certa superficialidade, elemento que provoca o distanciamento entre pessoas. Redes seriam uma ilusão. Por conta das redes sociais, as pessoas ficariam sozinhas no meio da multidão.

Para alguns desses críticos, quando a pessoa se ocupa em boa parte do tempo a olhar para a tela do smartphone, do tablet ou de qualquer computador seja, no contato virtual com outras pessoas, algumas conhecidas apenas pela rede, ela se torna cada vez mais individualista. Viveria em um mundo de ilusão. 

Mas seria de fato esse isolacionismo uma coisa da (pós)modernidade? Ou pessoas apenas têm mais um motivo, ou desculpa para se isolarem? 

As escolas, naturalmente, levam a sua atenção para esse fenômeno de comunicação que é, relativamente, recente. 


Alguns professores - possivelmente não muitos - escolhem usar redes sociais para contato com os estudantes, na perspectiva da aprendizagem



Outros professores se opõem a tal uso, afirmando não verem nele qualquer sentido pedagógico.  Acham que é coisa que afasta o aluno da aprendizagem, desvia sua atenção. De fato, o poder de atração das tecnologias digitais é enorme.

Redes sociais virtuais são, na escola, um tema controverso, um elemento provocador de polêmicas. Exatamente por isso elas devem ser objeto de uma reflexão. É o que está programado para o encontro da disciplina na próxima semana.

Como ponto de partida para o debate, um capítulo de livro.


Punya Mishra @ 21st Century Learning Conference, Hong Kong, 2012

Em 2012, Punya Mishra fez uma palestra na 21st Century Learning Conference, realizada em Hong Kong.

Dr. Punya Mishra é professor de Tecnologia Educacional na Michigan State University, onde dirige o Programa "Master of Arts in Educational Technology".

Introdução ao TPACK, por Punya Mishra

(Novo) app da disciplina

Outro app (aplicativo) para smartphone - rodando iOS ou Android - está disponível.
Este (novo) app foi criado, gratuitamente, no site iBuildApp.

Neste app foi possível incluir algumas funções que não eram possíveis no app criado no portal Fábrica de Aplicativos.

A criação do app gratuito tem algumas limitações, que não existem  nos planos pagos. Entretanto, ainda assim pode ser suficiente.

Para baixar o app no smatphone ou tablet é preciso utilizar um leitor de QRCode. Com o leitor instalado é só voltar a câmara do smartphone para o QRCode abaixo e permite a instalação do app.


TPACK model for Education

TPACK

O TPACK (TPCK, Technological Pedagogical and Content Knowledge), assunto do encontro desta semana, busca identificar a natureza do conhecimento exigido aos professores na integração da tecnologia no ensino.

O "modelo" aborda a natureza complexa, multifacetada e situado do conhecimento do professor, a partir de três formas principais saberes, o do conteúdo (Content Knowledge), o pedagógico (Pedagogical Knowledge) e o da tecnologia (Technological Knowledge).

Por analogia, tais saberes seriam como as três cores primáriasvermelho, verde e azul. No chamado sistema aditivo, essas três cores, combinadas todas entre si, produzem todas as demais.


A leitura de alguns textos sobre o TPACK é recomendada. Basta clicar nas imagens para ter acesso aos artigos.