Blog da disciplina "Educação, sociedade e tecnologia", do Programa de Pós-graduação em Educação da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, sob a responsabilidade do Prof. Dr. Simão Pedro P. Marinho.
9.10.12
Caminhos para a Educação
Referências:
MARINHO, Simão Pedro P. Novas tecnologias e velhos
currículos; já é hora de sincronizar. Revista E -Currículum, São Paulo, v.2,
n.3, dez. 2006.
Aluna: Nedia Maria de
Oliveira
Outubro -
2012
"Só porque a tecnologia nos dá acesso a novas oportunidades de aprendizagem não significa que toda nova tecnologia é melhor do que aquelas que nós temos." acesso em 09/10/12, disponível em: http://tdeduc.zip.net/arch2012-09-23_2012-09-29.html
É importante que os professores se atenham a essa afirmação pois afinal, o fato de elaborar uma aula cheia de " efeitos especiais" e tecnologia aplicada por todos os lados, não quer dizer que ele tocará o "coração" de seu aluno, levando-o a refletir a respeito dos saberes discutidos em sala de aula.
6.10.12
Valores e desvalores pós-modernos
A figura representa a
individualidade do ser humano diante dos seus semelhantes; livre, ao
passo em que todos parecem iguais, sente-se autorizado a oprimir seus
semelhantes e “forçá-los’’ a serem livres. A multidão,
contudo, caminha a um único fim: a alienação coletiva nas mãos do
sistema autossuficiente, ao buscar a realização de seus prazeres.
Como romper esses últimos
grilhões? Como libertar o homem se si mesmo, da ditadura dos
prazeres que, na verdade, esconde tirania de um sistema econômico
que impõe os valores - ou desvalores- pós-modernos como absolutos?
5.10.12
Novas tecnologias, velhos currículos
Na escola de hoje, as chamadas novas tecnologias, que são as de base digital, convivem com velhos currículos. Falta sincronia, o que exigiria colocar os currículos no novo tempo.
Essa questão foi assunto da aula no dia 4 de outubro.
Para o debate, foram referências o texto "Novas tecnologias e velhos currículos; já e hora de sincronizar" e alguns capítulos do livro "A educação pós-moderna", de Jean-Pierre Portouis e Huguette Desmet, editado pela Loyola.
Clique aqui
para ver a apresentação utilizada na aula.
Escola e tednologia, da Idade Média à Idade Mídia
Um panorama sobre a escola e as tecnologias, desde a Idade Média, passando por diferentes épocas, foi o assunto das aulas da disciplina nos dias 20 e 27 de setembro.
3.10.12
1.10.12
O ensino mediado pelas
tecnologias digitais de informação e comunicação (TDIC) trás efetivas contribuições
ao processo educativo quando aplicadas com seriedade e critérios bem
estabelecidos. Devem ser utilizadas de forma a propiciar ações que favoreçam a
reflexão, depuração e reconstrução coletiva do conhecimento.
30.9.12
PRECISAMOS REPENSAR A
ESCOLA...PRECISAMOS REPENSAR A VIDA...
“Para sermos competentes
enquanto profissionais, precisamos ser competentes enquanto pessoas, e a escola
nos dá a competência técnica e falta a competência humana...” (autor
desconhecido)
Vivemos em um mundo de
competitividade. A cada dia, mais profissionais buscam o mercado de trabalho e
o mercado de trabalho busca profissionais competentes. Nesta competição voltamos nossas forças para
novas tecnologias, novos aprendizados, novas teorias.
Acontece que, nesse
corre-corre diário há uma constante medição de forças e os fortes engolem os
mais fracos.
Esquecemos que a competência
não passa apenas pela técnica, pelo conhecimento, pela experiência. Passa pela competência
humana. Esse aprendizado não passa pela escola, mas pela escola da vida! E os
valores? Não existem ou foram simplesmente esquecidos? Valores de coragem, de
enfrentar desafios, de ousadia, de coragem, de honestidade, de simplicidade, de
sinceridade, de amor verdadeiro, de amizade, da palavra de honra... Valores
muitas vezes esquecidos na correria diária.
Mas o mercado está mais
exigente. Ele não quer apenas profissionais competentes, mas seres humanos
competentes. Ele busca pessoas com valores técnicos e éticos, que honrem a
palavra, que valorizem a convivência familiar, que tenham qualidade de vida.
Pessoas e não máquinas. Pessoas que saibam se expressar técnica e
emocionalmente, que trabalhem em equipe, que gerenciem conflitos.
Na sociedade atual,
liberdade se confunde com permissividade, com falta de limite, com seres que se
acham donos da verdade, que invadem o espaço do outro, que querem impor suas
verdades, profissionais que possuem mais direitos que obrigações, que competem
o tempo todo com o outro e consigo mesmo.
A escola precisa repensar
sua prática! A educação passa pelo aprendizado do conhecimento e pelo
aprendizado na vida. Ela precisa ser mais exigente, mais competente, ter mais
valores vivenciados por seus alunos, docentes e técnicos. Precisa agir conforme seu discurso.
O papel da escola transcende
o de ensinar... Passa pela educação integral do ser humano. Só assim
conseguiremos um mercado de trabalho mais humano, uma sociedade mais justa,
políticos menos corruptos, patrões mais honestos, empregados mais motivados e
cooperativos na construção de um pais mais sério...
Precisamos repensar a
escola! Precisamos repensar a vida!
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